Anatomia de Falhas em Bombas

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Anatomia de Falhas em Bombas

Muitas das vezes quando uma bomba falha a manutenção somente troca o equipamento inteiro ou parte danificada, sem fazer uma análise da causa da falha. A ação de apenas fazer o reparo deixará em aberto a grande probabilidade da bomba voltar a falhar, pela mesma razão.

Imagem22A repetição das falhas de bombas são indicações claras de que as causas dos problemas não foram encontradas, ou, caso a causa do problema seja conhecida, alguém deve ter decidido não fazer nada sobre isso.

A indústria calcula que falhas da bomba possam causar perdas de produção de até 0,2% e que os reparos das bombas consomem até 7% do orçamento total da manutenção.

O alto custo de peças, manutenção e perda da produtividade, mesmo que em um setor, acarretará prejuízos de todas as formas e impactarão significativamente nos negócios da empresa.

Muitas empresas ainda não controlam o Tempo Médio Entre Falhas (MTBF), acreditando que é normal a falha da bomba, ou que o único caminho é o reparo do equipamento danificado.

Apenas recuperar o equipamento danificado, sem analisar a falha, mesmo que de maneira simples, se perde a oportunidade de tornar a empresa mais produtiva, mais eficiente e por fim mais lucrativa.

A análise de falha deve se tornar um hábito para a manutenção e também para a produção. A cada análise feita, se ganha conhecimentos técnicos e, maior “poder” sobre o equipamento. As análises se tornam cada vez mais fáceis de serem realizadas dispensando menor tempo na ação.

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Mas antes da falha é muito importante buscar anomalias, pois é certo que estas na linha do tempo levarão a falha.

É melhor ter um sólido sistema de relatórios, um método simples para priorizar o trabalho, de modo que atacamos primeiro as anormalidades mais importantes, bem como um meio robusto e visual para comunicar o nosso progresso a todos os que participam do processo (gerentes e técnicos, operações e manutenção).

Se não relatarmos anormalidades precocemente, ou nos esforçarmos por reportar somente aquelas ambíguas “realmente importantes”, brevemente estaremos nos perdendo no “poder” sobre o equipamento. Quando falhamos em relatar anormalidades precocemente, perdemos a capacidade de enfrentá-las com antecedência para evitar a catástrofe.

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